Cerejas, se vocês amam música tanto quando eu , vão morrer com essas novidades . Para as directioners: Diana , para as Black Stars: 17 , para as rockeiras: Going To Hell ! Três estilos que arrasam e estão sempre em nossa cabeça, vamos nos divertir ouvindo-as então ?
É uma delícia quando a gente abre a janela e vê que o tempo tá bonito e o sol tá sorrindo pra gente, né? Dá mais disposição de cumprir nossas obrigações ao longo do dia, mais vontade de se vestir toda bonita e até de se cuidar mais. E agora, isso vai ser cada vez mais frequente com a primavera se aproximando.
Como o clima tá mais quente, não tem muito daquela indecisão de roupa, tipo quando estamos no outono e vamos sair de tarde e colocamos uma blusa de calor, uma calça jeans, aí não sabemos se levamos blusa e coisa e tal. A primavera é uma estação muito delicinha e nela já dá para arriscar uns vestidinhos de verão e sair mais fresquinha para um churrasco a tarde, ir tomar sorvete com as amigas ou qualquer outro passeio ao ar livre.
Pensando nisso, separei alguns modelos de vestidos de lojas brasileiras e lojas que entregam no Brasil, para você se jogar no conforto de poder usar as pernas e braços de fora por aí!
Faltam poucos dias para o Rock in Rio e uma leitora aqui do blog entrou em contato pedindo ideias de looks. Já fizemos alguns posts sobre o que vestir em festivais de música, mas como estamos falando de vários dias de evento, resolvemos ir em busca de novas inspirações.
Dessa vez, para escolher apenas as melhores composições, pedi ajuda no facebook da galera que já foi ao evento e sabe perfeitamente o que deve ou não ser usado. Com os comentários e sugestões (vocês podem mandar um email para mim tudo aqui o tema eQuem aí já foi no Rock in Rio? Que dica vocês dariam para quem vai na edição desse ano e ainda não sabe o que vestir?), vasculhei alguns blogs e redes sociais de street style. O que eu trouxe pra vocês dessa vez? Muita cor, o máximo de conforto possível e pernas ou abdômen de fora.
Eu tive problemas com o espelho como a maioria das adolescentes com quem eu convivia. Olhava meu reflexo e era sempre assim: estou gorda demais, magra demais, meu cabelo não colabora, meu nariz é grande e feio, sou muito alta, sou muito baixa, sou muito eu. Acho que, durante muito tempo na vida, a gente cresce tentando se espelhar em alguém que não seja o próprio reflexo. Na melhor amiga, nos pais, naquela tia super legal que conhece o mundo, em um ídolo. A gente vive por aí procurando exemplos de como a gente queria ser, o que a gente queria fazer e o tipo de vida que a gente queria levar.
Demora um pouco até a gente reparar que o outro nunca vai refletir quem a gente é de verdade. E não é tão fácil aceitar que não precisamos ser igual a ninguém (sempre parece clichê demais ouvir que o “diferente é normal”). Demoramos a aceitar a própria aparência, nossas características, manias e limitações.
Quando eu era mais nova, minha mãe costumava dizer que minhas neuras adolescentes um dia iriam acabar. Eu não acreditava. Afinal, eu sempre odiaria as mesmas coisas em mim. Já até sonhava em fazer uma plástica aqui, outra ali. Aí um dia eu cresci e minhas neuras se esconderam em algum lugar da minha mente e ficaram por lá. De vez em quando, os hormônios se descontrolam na TPM e elas aparecem. Mas logo a vida as empurra de volta para seus postos. Comecei a ter coisas mais importantes para me importar.
De verdade mesmo, uma hora a gente repara que os próprios defeitos não são tão terríveis assim. E se são, para tudo dá-se um jeito. Uma hora a gente para de tentar copiar todo mundo. Porque descobre que ninguém é perfeito – nem aquelas pessoas que admiramos tanto. Um dia, aprendemos que procurar “exemplos perfeitos” é cruel – com a gente e com quem a gente coloca no pedestal. E aí, finalmente, a gente olha para o espelho e acaba com os próprios monstros internos.
Talvez isso demore a acontecer. Talvez a gente demore a se aceitar completamente. Talvez a gente nem faça as pazes, de verdade, com o espelho. Mas dá sempre para mudar o corte, pintar o cabelo, fazer ginástica, mudar a alimentação ou até uma plástica como medida drástica. Mas tranquilidade mesmo, a gente só consegue quando se aceita. Com as nossas limitações e a nossa força. Talvez, alguns dias, olhar para o espelho realmente doa. Olhar para o outro também. Mas olhar para dentro da gente? Te juro, pode ser renovador.